
DEFINIÇÃO
A palavra wireless provém do inglês: wire
(fio, cabo); less (sem); ou seja: sem fios. Wireless
então caracteriza qualquer tipo de conexão para transmissão de informação sem a
utilização de fios ou cabos. Uma rede sem fio é um conjunto de sistemas
conectados por tecnologia de rádio através do ar. Pela extrema facilidade de
instalação e uso, as redes sem fio estão crescendo cada vez mais. Dentro deste
modelo de comunicação, enquadram-se várias tecnologias, como Wi-Fi, InfraRed
(infravermelho), bluetooth e Wi-Max.
Seu controle remoto de televisão ou aparelho de som, seu
telefone celular e uma infinidade de aparelhos trabalham
com conexões wireless. Podemos dizer, como exemplo
lúdico, que durante uma conversa entre duas pessoas, temos uma conexão
wireless, partindo do principio de que sua voz não utiliza cabos para chegar
até o receptor da mensagem.
Nesta categoria de redes, há vários tipos de redes que
são: Redes Locais sem Fio ou WLAN (Wireless Local Area
Network), Redes Metropolitanas sem Fio ou WMAN
(Wireless Metropolitan Area
Network), Redes de Longa Distância sem Fio ou WWAN
(Wireless Wide Area Network), redes WLL (Wireless Local Loop)
e o novo conceito de Redes Pessoais Sem Fio ou WPAN (Wireless Personal Area Network).
As aplicações de rede estão dividas em dois tipos:
aplicações indoor e aplicações outdoor. Basicamente,
se a rede necessita de comunicação entre dois ambientes, a
comunicação é realizada por uma aplicação outdoor (dois prédios de uma mesma
empresa, por exemplo). A comunicação dentro de cada um dos prédios é caracterizada como indoor. A
comunicação entre os dois prédios é realizada por uma aplicação outdoor.
Como funcionam?
Através da utilização portadoras de rádio ou
infravermelho, as WLANs
estabelecem a comunicação de dados entre os pontos da rede. Os dados são
modulados na portadora de rádio e transmitidos através de ondas
eletromagnéticas.
Múltiplas portadoras de rádio podem coexistir num mesmo
meio, sem que uma interfira na outra. Para extrair os dados, o receptor
sintoniza numa freqüência específica e rejeita as outras portadoras de
freqüências diferentes.
Num ambiente típico, o dispositivo transceptor
(transmissor/receptor) ou ponto de acesso (access point) é conectado a
uma rede local Ethernet convencional (com fio). Os
pontos de acesso não apenas fornecem a comunicação com a rede convencional,
como também intermediam o tráfego com os pontos de
acesso vizinhos, num esquema de micro células com roaming
semelhante a um sistema de telefonia celular.
A topologia da rede é composta de que?
PROTOCOLOS
Antes da adesão do protocolo 802.11, vendedores de redes
de dados sem fios faziam equipamentos que eram baseados em tecnologia
proprietária. Sabendo que iam ficar presos ao comprar do mesmo fabricante, os clientes
potenciais de redes sem fios viraram para tecnologias mais viradas a protocolos.Em resultado disto, desenvolvimento de redes sem
fios não existia em larga escala, e era considerado um luxo só estando ao
alcance de grandes companhias com grandes orçamentos.O único caminho para redes
LAN sem fios (WLAN - Wireless Local Area Network) ser geralmente aceite era se o hardware envolvido
era de baixo custo e compatível com os restantes equipamentos.
Reconhecendo que o único caminho para isto acontecer era se
existisse um protocolo de redes de dados sem fios. O grupo 802 do Instituto de
Engenheiros da Eletrônica e Eletricidade (IEEE -Institute of Electrical and Electronics Engineers, uma
associação sem fins lucrativos que reúne aproximadamente 380.000 membros, em
150 países. Composto de engenheiros das áreas de telecomunicações, computação,
eletrônica e ciências aeroespaciais, entre outras, o IEEE definiu algo em torno
de 900 padrões tecnológicos ativos e utilizados pela indústria, e conta com
mais 700 em desenvolvimento), tomou o seu décimo primeiro desafio. Porque uma
grande parte dos membros do grupo 802.11 era constituído de
empregados dos fabricantes de tecnologias sem fios, existiam muitos
empurrões para incluir certas funções na especificação final. Isto, no entanto
atrasou o progresso da finalização do protocolo 802.11, mas também forneceu um
protocolo rico em atributos ficando aberto para futuras expansões.No
dia 26 de Junho em 1997, o IEEE anunciou a retificação do protocolo 802.11 para
WLAN. Desde dessa altura, custo associado a desenvolvimento de uma rede baseada
no protocolo 802.11 tem descido.
Desde o primeiro protocolo 802.11 ser aprovado em 1997,
ainda houve várias tentativas em melhorar o protocolo.Na
introdução dos protocolos, primeiro veio o 802.11, sendo seguido pelo 802.11b.
A seguir veio 802.11a, que fornece até cinco vezes a capacidade de largura de
banda do 802.11b. Agora com a grande procura de
serviços de multimídia, vem o desenvolvimento do 802.11e.
A seguir será explicado cada protocolo falando entre outros. Cada grupo, que
segue tem como objetivo acelerar o protocolo 802.11, tornando-o globalmente
acessível, não sendo necessário reinventar a camada física (MAC - Media Access Control) do 802.11.
802.11b
A camada física do 802.11b
utiliza espalhamento espectral por seqüência direta (DSSS – Direct
Sequence Spread Spectrum)
que usa transmissão aberta (broadcast) de rádio e opera na freqüência de
Dentro do conceito de WLAN (Wireless Local Area Network) temos o conhecido Wi-Fi. O Wi-Fi nada mais é do que
um nome comercial para um padrão de rede wireless chamado de 802.11b, utilizado
em aplicações indoor. Hoje em dia existem vários
dispositivos a competir para o espaço aéreo no espectro de 2.4GHz. Infelizmente
a maior parte que causam interferências são comuns em
cada lar, como por exemplo, o microondas e os telefones sem fios. Uma das mais
recentes aquisições do 802.11b é do novo protocolo Bluetooth, desenhado para transmissões de curtas
distâncias. Os dispositivos Bluetooth utilizam
espalhamento espectral por salto na freqüência (FHSS – Frequency
Hopping Spread Spectrum)
para comunicar entre eles.
A topologia das redes 802.11b é semelhante a das redes de
par trançado, com um Hub central. A diferença no caso
é que simplesmente não existem os fios e que o equipamento central é chamado
Access Point cuja função não defere muito da hub: retransmitir os pacotes de dados, de forma que todos
os micros da rede os recebam, existem tanto placas PC-Card, que podem ser utilizadas em notebooks
e em alguns handhelds, e para placas de micros de
mesa.

Exemplo de uma rede 802.11b
802.11g
Este é o irmão mais novo do 802.11b
e que traz, de uma forma simples e direta, uma única diferença: Sua velocidade
alcança 54 Mbits/s contra os 11 Mbits/s
do 802.11b. Não vamos entrar na matemática da largura efetiva de banda dessas
tecnologias, mas em resumo temos uma velocidade três ou quatro vezes maior num
mesmo raio de alcance. A freqüência e número de canais são exatamente iguais
aos do 802.11b, ou seja, 2.4GHz com 11 canais (3 non overlaping).
Não há muito que falar em termos de 802.11g senão que sua
tecnologia mantém total compatibilidade com dispositivos 802.11b e que tudo o
que é suportado hoje em segurança também pode ser aplicado a este padrão.
Exemplificando, se temos um ponto de acesso 802.11g e temos dois laptops
conectados a ele, sendo um 802.11b e outro 802.11g, a velocidade da rede será
11 Mbits/s obrigatoriamente. O ponto de acesso irá
utilizar a menor velocidade como regra para manter a compatibilidade entre
todos os dispositivos conectados.
No mais, o 802.11g traz com suporte nativo o padrão WPA de
segurança, que também hoje já se encontra implementado
em alguns produtos 802.11b, porém não sendo regra. O alcance e aplicações
também são basicamente os mesmos do 802.11b e ele é
claramente uma tecnologia que, aos poucos, irá substituir as implementações do
802.11b, já que mantém a compatibilidade e oferece maior velocidade. Esta
migração já começou e não deve parar tão cedo. Hoje, o custo ainda é mais alto
que o do 802.11b, porém esta curva deve se aproximar
assim que o mercado começar a usá-lo em aplicações também industriais e
robustas.
802.11a
Por causa da grande procura de mais largura de banda, e o
número crescente de tecnologias a trabalhar na banda 2,4GHz, foi criado o
802.11a para WLAN a ser utilizado nos Estados Unidos. Este padrão utiliza a
freqüência de 5GHz, onde a interferência não é problema. Graças à freqüência
mais alta, o padrão também é quase cinco vezes mais rápido, atingindo
respeitáveis 54 megabits.
Note que esta é a velocidade de transmissão nominal que inclui todos os sinais
de modulação, cabeçalhos de pacotes, correção de erros, etc. a velocidade real
das redes 802.11a é de
O grande problema é que o padrão também é mais caro, por isso a primeira leva
de produtos vai ser destinada ao mercado corporativo, onde existe mais dinheiro
e mais necessidade de redes mais rápidas. Além disso, por utilizarem uma frequência mais alta, os transmissores 8021.11a também
possuem um alcance mais curto, teoricamente metade do alcance dos transmissores
802.11b, o que torna necessário usar mais pontos de acesso para cobrir a mesma
área, o que contribui para aumentar ainda mais os custos.
802.11e
O 802.11e do IEEE fornece melhoramentos ao protocolo
802.11, sendo também compatível com o 802.11b e o 802.11a. Os melhoramentos
inclui capacidade multimídia feito possível com a adesão da funcionalidade de
qualidade de serviços (QoS –
Quality of Service), como também melhoramentos em aspectos de
segurança. O que significa isto aos ISP’s? Isto
significa a habilidade de oferecer vídeo e áudio à ordem (on
demand), serviços de acesso de alta velocidade a
Internet e Voz sobre IP (VoIP
– Voice over Internet Protocol).
O que significa isto ao cliente final? Isto permite multimídia de
alta-fidelidade na forma de vídeo no formato MPEG2, e som com a qualidade de
CD, e a redefinição do tradicional uso do telefone utilizando VoIP. QoS é a chave da funcionalidade do 802.11e. Ele
fornece a funcionalidade necessária para acomodar aplicações sensíveis a tempo
com vídeo e áudio.
Grupos do IEEE que estão desenvolvendo outros protocolos:
Grupo 802.11d – Está
concentrado no desenvolvimento de equipamentos para definir 802.11 WLAN para
funcionar em mercados não suportados pelo protocolo corrente (O corrente
protocolo 802.11 só define operações WLAN em alguns países).
Grupo
Grupo 802.11g
– Estão a trabalhar em conseguir maiores taxas
de transmissão na banda de rádio 2,4GHz.
Grupo 802.11h
– Está em desenvolvimento do espectro e gestão
de extensões de potência para o 802.11a do IEEE para
ser utilizado na Europa.
PONTO DE ACESSO
Um número limite de estações que podem ser conectadas a
cada ponto de acesso depende do equipamento utilizado, mas, assim como nas
redes Ethernet, a velocidade da rede cai conforme
aumenta o número de estações, já que apenas uma pode transmitir de cada vez. A
maior arma do 802.11b contra as redes cabeadas é a versatilidade. O simples fato de poder
interligar os PCs sem
precisar passar cabos pelas paredes já é o suficiente para convencer algumas
pessoas, mas existem mais alguns recursos interessantes que podem ser
explorados.
Sem dúvidas, a possibilidade mais interessante é a mobilidade para os
portáteis. Tanto os notebooks quanto handhelds e as futuras webpads
podem ser movidos livremente dentro da área coberta pelos pontos de acesso sem
que seja perdido o acesso à rede. Esta possibilidade lhe dará alguma mobilidade
dentro de casa para levar o notebook para onde quiser, sem perder o acesso à Web,
mas é ainda mais interessante para empresas e escolas. No caso das empresas a
rede permitiria que os funcionários pudessem se deslocar pela empresa sem
perder a conectividade com a rede e bastaria entrar pela porta para que o notebook automaticamente se conectasse à
rede e sincronizasse os dados necessários. No caso das escolas a principal
utilidade seria fornecer acesso à Web aos alunos.
Esta já é uma realidade em algumas universidades e pode tornar-se algo muito
comum dentro dos próximos anos.
A velocidade das redes 802.11b é de 11 megabits,
comparável à das redes Ethernet de 10 megabits, mas muito atrás da velocidade das redes de 100 megabits. Estes 11 megabits não
são adequados para redes com um tráfego muito pesado, mas são mais do que
suficientes para compartilhar o acesso à web, trocar pequenos arquivos, jogar games multiplayer,
etc. Note que os 11 megabits são a taxa bruta de
transmissão de dados, que incluem modulação, códigos de correção de erro,
retransmissões de pacotes, etc., como em outras arquiteturas de rede. A
velocidade real de conexão fica em torno de 6 megabits, o suficiente para transmitir arquivos a 750 KB/s,
uma velocidade real semelhante à das redes Ethernet
de 10 megabits.

Mas, existe a possibilidade de combinar o
melhor das duas tecnologias, conectando um ponto de acesso 802.11b a uma rede Ethernet já existente. No ponto de acesso da figura abaixo
você pode notar que existem portas RJ-45 da tecnologia Ethernet
que trabalham a 100Mbps, veja figura:

Isto adiciona uma grande versatilidade à rede
e permite diminuir os custos. Você pode interligar os PCs através de cabos de par trançado e placas Ethernet que são baratos e usar as placas 802.11b apenas
nos notebooks e aparelhos onde for necessário ter mobilidade.
Não existe mistério aqui, basta conectar o ponto de acesso ao Hub usando um cabo de par trançado comum para interligar as
duas redes. O próprio Hub 802.11b passará a trabalhar
como um switch, gerenciando o tráfego entre as duas
redes.
O alcance do sinal varia entre 15 e
Você pode utilizar o utilitário que acompanha
a placa de rede para verificar a qualidade do sinal em cada parte do ambiente
onde a rede deverá estar disponível ou então utilizar o Windows XP que mostra
nas propriedades da conexão o nível do sinal e a velocidade da conexão veja
figura:

A potência do sinal decai conforme aumenta a
distância, enquanto a qualidade decai pela combinação do aumento da distância e
dos obstáculos pelo caminho. É por isso que num campo aberto o alcance será
muito maior do que dentro de um prédio, por exemplo. Conforme a potência e qualidade do sinal se degrada, o ponto de
acesso pode diminuir a velocidade de transmissão a fim de melhorar a
confiabilidade da transmissão. A velocidade pode cair para 5.5 megabits, 2 megabits
ou chegar a apenas 1 megabit por segundo antes do
sinal se perder completamente. Algumas placas e pontos de acesso são capazes de
negociar velocidades ainda mais baixas, possibilitando a conexão a distâncias
ainda maiores. Nestes casos extremos o acesso à rede pode se parecer mais com
uma conexão via modem do que via rede local.
O alcance de
REDES
AD-HOC
O termo "ad hoc" é geralmente entendido como algo que é criado ou
usado para um problema específico ou imediato. Do Latin,
ad hoc, significa
literalmente "para isto", um outro significado seria: "apenas
para este propósito", e dessa forma, temporário. Contudo, "ad hoc" em termos de
"redes ad hoc sem
fio" significa mais que isso. Geralmente, numa rede ad
hoc não há topologia predeterminada, e nem controle
centralizado. Redes ad hoc
não requerem uma infra-estrutura tal como backbone,
ou pontos de acesso configurados antecipadamente. Os nós ou nodos numa rede ad hoc se comunicam sem conexão
física entre eles criando uma rede "on the fly", na qual alguns dos
dispositivos da rede fazem parte da rede de fato apenas durante a duração da
sessão de comunicação, ou, no caso de dispositivos móveis ou portáteis, por
enquanto que estão a uma certa proximidade do restante
da rede.
Assim como é possível ligar dois micros
diretamente usando duas placas Ethernet e um cabo cross-over, sem usar hub, também
é possível criar uma rede Wireless entre dois PCs sem usar um ponto de acesso. Basta configurar
ambas as placas para operar em modo Ad-hoc (através
do utilitário de configuração). A velocidade de transmissão é a mesma, mas o
alcance do sinal é bem menor, já que os transmissores e antenas das interfaces
não possuem a mesma potência do ponto de acesso.
Este modo pode servir para pequenas redes domésticas, com dois PCs próximos, embora mesmo neste
caso seja mais recomendável utilizar um ponto de acesso, interligado ao
primeiro PC através de uma placa Ethernet e usar uma
placa wireless no segundo PC ou notebook, já que a
diferenças entre o custo das placas e pontos de acesso não é muito grande.
Outras características incluem um modo de
operação ponto a ponto distribuído, roteamento multi-hop, e mudanças relativamente freqüentes na
concentração dos nós da rede. A responsabilidade por organizar e controlar a
rede é distribuída entre os próprios terminais. Em redes ad
hoc, alguns pares de terminais não são capazes de se
comunicar diretamente entre si, então alguma forma de re-transmissão de
mensagens é necessária, para que assim estes pacotes sejam entregues ao seu
destino. Com base nessas características.

Exemplo de uma rede Ad-hoc
Como Configurar uma
Rede Wireless Ad-HOC
Vamos criar uma rede Ad-HOC
com a criptografia WEP ativada. Primeiramente consideraremos que já esteja
instalada a placa Wi-Fi, agora abra as propriedades
da placa Wireless e vá até a aba “avançado”, configure o canal a ser utilizado
de

Em Conexões de rede a placa de rede aparecerá. No momento está indicada com um
“X” vermelho, indicando que ainda não recebe sinal.

Para exibir redes sem fio disponíveis clique no ícone da conexão no canto
inferior direito da tela e vá em exibir redes sem fio disponíveis.

No momento não existem redes sem fio disponíveis. Clique em Avançado para
configurar a rede.

Dentro das Propriedades da Conexão de rede sem fio selecione a opção “Usar o
Windows para definir as configurações da rede sem fio” e clique em “Adicionar”:

Agora vamos configurar as propriedades da rede sem fio:

Com essas configurações a rede estará criada,
sendo gerada pelo seu primeiro computador. Os outros computadores irão enxergar
esta rede e ingressar na mesma.
Não esqueça de ativar, nas propriedades da conexão, a opção “Mostrar ícone
quando conectado”.

Com a rede criada os demais computadores detectarão a presença de sinal Wi-Fi e estarão aptos a ingressar nesta rede. Usando o
comando Exibir redes sem fio disponíveis. Na janela abaixo temos a rede
recém-criada. Clicamos nesta rede e a seguir em Conectar.

Com tudo configurado você pode testar o sinal da sua rede e tentar pingar as
outras maquinas, agora é só aproveitar a economia da sua Rede Wireless sem
Access Point.
REDES
WIRELESS DOMÉSTICAS
Aprenda
como montar uma WLAN e dividir a sua banda larga entre vários micros
Nada de
quebradeira, nem de fios passando de um lado para outro da casa. Uma maneira
pratica de compartilhar o acesso em banda larga entre vários micros é montar
uma rede sem fio. Os procedimentos não são complicados, mas há muitas variáveis
que podem interferir no funcionamento de uma solução como essa. Alem disso nas
redes Wireless é preciso redobrar a atenção com os procedimentos de segurança.
Neste nosso exemplo vamos montar uma rede com 3
micros, que vão compartilhar uma mesma conexão com a Internet e uma impressora,
além de trocar arquivos entre si.
Vamos utilizar o roteador
BEFW11S4, da Linksys, que vai funcionar como
ponto de acesso. O equipamento tem 4 portas Ethernet e uma up-link para
Internet a cabo ou DSL e suporte para conexão de até 32 dispositivos sem fio.
Como ele usa a tecnologia 802.11b, o alcance nominal é de

Para o nosso exemplo de rede domestica sem
fio que será demonstrado utilizaremos 3 micros com
Windows XP, nas maquinas clientes utilizamos dois dispositivos Wireless USB
WUSB11, também da Linksys. Uma impressora ligada a um
dos micros foi compartilhada com os demais. A conexão de banda larga empregada
é o virtua, de 256Kbps, com endereço IP dinâmico.
Vamos começar a
montar a rede pelo computador que tem, hoje, a conexão de banda larga.
Primeiro, conecte o cabo de par trançado que sai do modem do virtua à porta WAN do roteador,
que esta na parte de trás do equipamento. Ligue a ponta de um segundo cabo de
rede a placa Ethernet do computador e outra ponta em
qualquer uma das 4 portas LAN do roteador. Conecte o
cabo de força ao roteador, e ligue-o na tomada. Uma
dica importante que varia de acordo com o provedor de link utilizado: no nosso
exemplo o virtua mantém o número do MAC Address da placa de rede na memória do modem. Por isso,
deixe o modem desligado por 15 minutos antes de continuar os passos do
tutorial. Passando esse período, ligue novamente o modem e veja se o acesso
esta funcionando normalmente.
Agora que você já acessa a Internet, é hora
de conectar e configurar as outras estações da rede Wireless. O adaptador da Linksys usado no nosso exemplo vem com um cabo de extensão
USB que permite colocá-lo numa posição mais alta para melhorar a performance da rede. Conecte o cabo ao adaptador, e o
adaptador a uma porta USB livre do micro. Mantenha a antena na posição vertical
e no local mais alto possível. Agora vamos instalar o driver
do adaptador. Ligue o computador e rode o CD que acompanha a placa. O Windows
XP vai reconhecer que um novo dispositivo foi conectado. A janela
"Encontrado Novo hardware’’ será aberta. Selecione a opção "instale o software Automaticamente’’. Clique no botão
Avançar. Uma janela informando que o driver
encontrado não passou no teste de logotipo do Windows é mostrada. Clique em OK
e vá adiante com a instalação. No final, vai aparecer a janela Concluindo o
Assistente. Clique no botão concluir.
Depois, um ícone de rede aparece na bandeja
do sistema, no canto inferior direito da tela. Clique duas vezes nesse ícone. A
janela permitir que eu conecte a Rede sem fio Selecionada Mesmo que Insegura é
mostrada. Clique no botão Conectar. Abra o Internet Explorer
para ver se você esta navegando na web.

Deixar a rede nas configurações padrão do
fabricante é fazer um convite aos crackers para
invadi-la. Pos isso é fundamental que se ajuste as configurações do roteador e de todos os adaptadores. Agora vamos ajustar
as configurações do roteador e das placas para ter
mais segurança. Abra o Internet Explorer e digite, no
campo Endereço, http://192.168.1.1/. Uma janela para digitação da senha é mostrada. Deixe
o nome do usuário em branco, escreva a palavra admin
no campo Senha e clique em OK. As configurações do roteador
aparecem no navegador. Clique na aba Adminstration.
Digite uma nova senha para o roteador no campo Router Password e redigite-a em Re-enter to Confirm. Clique no botão Save Settings. Outro movimento importante é trocar o nome-padrão
da rede. Vá à aba Wireless, no submenu Basic Wireless Name (SSID),
digitando um novo nome. Clique em Save Settings.
Agora, vamos ativar a criptografia usando o
protocolo WEP. O objetivo é impedir que alguém intercepte a comunicação.
Primeiro, na aba Wireless, clique na opção Wireless Security
e selecione Enable. Depois, no campo Security Mode, selecione WEP e,
em Wireless Encription Level,
128 bits, coloque uma frase com até 16 caracteres no campo Passphrase
e clique no botão Generate. No campo Key, aparecerá a chave
criptográfica, com 26 dígitos hexadecimais. Copie a chave num papel e clique no
botão Save Settings. A
janela Close This Window é
mostrada. Clique em Apply. Agora, precisamos colocar
a chave criptográfica nos micros. No nosso caso, trabalhamos com o Firmware 3.0 nas interfaces Wireless. Na estação cliente,
dê dois cliques no ícone da rede sem fio na bandeja
do sistema. Clique no botão propriedades e na aba redes sem fio, clique no nome
da rede e no botão configurar. Na janela de configuração, digite a chave
criptográfica. Repita-a no campo Redigitar. Vá até a
aba Autenticação e deixe a opção usar 802.1x desmarcada.
Clique agora no botão Conectar e você já deverá ter acesso a Internet.
Para conseguir uma segurança adicional, vamos
permitir que apenas dispositivos cadastrados no roteador
tenham acesso a ele. Isso é feito por meio do MAC Address,
código com 12 dígitos hexadecimais que identifica cada dispositivo na rede.
Para configurar a filtragem, abra, no navegador a tela de gerenciamento do roteador. No menu no alto da
janela, clique em Wireless/Wireless Network Access.
Selecione a opção Restrict Access. Clique,
então no botão Wireless Client MAC List. Será apresentada uma tabela com os dispositivos
conectados. Na coluna Enable MAC Filter,
assinale os equipamentos que deverão ter permissão de acesso. No caso do nosso
exemplo deveríamos marcar os dois PCs
ligados via Wireless. Clique em Save e, em seguida,
em Save Settings.
Se caso você possuir o Norton
Internet Security 2004 instalado veja como
configurá-lo, pois na configuração padrão, o firewall
do NIS impede que um micro tenha acesso aos recursos dos demais. Vamos alterar
isso para possibilitar o compartilhamento de arquivos e impressoras. Abra o
NIS, clique em Firewall Pessoal e, em seguida, no
botão Configurar. Clique na aba Rede Domestica e, no quadro abaixo, na aba
confiável. O NIS mostra uma lista de maquinas com permissão para acesso. A
lista deverá estar vazia. Vamos incluir os endereços da rede local nela.
Assinale a opção Usando um Intervalo. O roteador
atribui aos computadores, em sua configuração padrão, endereços IP começando em
192.168.0.100. Esse IP é associado ao primeiro PC. O Segundo vai ser
192.168.0.101 e assim por diante. Como no nosso exemplo temos três micros na
rede, preenchemos os campo exibidos pelo NIS com o
endereço inicial 192.168.0.100 e o final 192.168.0.102. Note que, usando o
utilitário de gerenciamento do roteador é possível
alterar os endereços IP dos micros. Se você fizer isso, deverá reconfigurar o firewall.
Vamos criar uma pasta de acesso compartilhado em cada micro. Arquivos
colocados neles ficaram disponíveis para os demais. Isso é feito por meio do
protocolo NetBIOS. Para
começar vamos criar uma identificação para o micro. Clique com o botão direito
no ícone meu computador e escolha propriedades. Na aba nome do computador
digite uma descrição do PC (1). Clique no
botão alterar. Na janela que se abre, digite um nome para identificar o micro
na rede (2).
No campo grupo de trabalho, coloque um nome para a rede local (3).

Esse nome do NetBIOS não tem relação com o SSID
do Wireless. Por razoes de segurança, evite o nome Microsoft HOME, que é o
padrão do Windows XP. Vá clicando em OK para fechar as janelas. Repita esse
procedimento nos demais micros, tendo o cuidado de digitar o mesmo nome do
grupo de trabalho neles. Embora seja possível compartilhar qualquer pasta, uma
boa escolha é a documentos compartilhados. Para achá-la, abra a pasta Meus
Documentos e, na coluna da esquerda, clique em Documentos Compartilhados e,
depois, em compartilhar esta pasta. Assinale a opção Compartilhar esta Pasta na
Rede e dê um nome para identificar a pasta. Se o Windows emitir um aviso
dizendo que o compartilhamento esta desabilitado por razões de segurança,
escolha a opção de compartilhar a pasta sem executar o assistente de
configuração e confirme-a na caixa de dialogo seguinte. Para ter acesso a pasta
num outro micro, abra a janela Meus locais de Rede.
EQUIPAMENTOS
DI-614+ AirPlus 2.4GHz Wireless Router (D-Link)


DWL-900AP+ AirPlus 2.4GHz Wireless
Access Point (D-Link)


BEFW11S4
v2, 3, 3.2 Wireless Router (Linksys)


WRT54G
Wireless-G Broadband Router
(Linksys)


WAP11 v1
Wireless Access Point (Linksys)

WAP11 v2.2 Wireless Access Point (Linksys)


WAP11 v2.6 Wireless Access Point (Linksys)


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Periférico sem
fio para Telemóveis que utiliza Bluetooth'
Bluetooth é uma tecnologia de baixo custo para a comunicação
sem fio entre dispositivos eletrônicos a curtas distâncias.
Começou a ser desenvolvida em
1994, pela Ericsson, e a partir de 1998 pelo Bluetooth Special Interest Group
(SIG), consórcio inicialmente estabelecido pela Sony, Ericsson, IBM, Intel, Toshiba
e Nokia, hoje este consórcio inclui mais de 2000 empresas.
O nome Bluetooth é uma homenagem
ao rei da Dinamarca e Noruega Harald Blåtand - em inglês Harold Bluetooth
(traduzido como dente azul, embora em dinamarques signifique de tez escura).
Blåtand é conhecido por unificar as tribos norueguesas, suecas e dinamarquesas.
Da mesma forma, o protocolo procura unir diferentes tecnologias, como telefones
móveis e computadores. O logotipo do Bluetooth é a união de duas runas nórdicas
para as letras H e B, suas iniciais.
É usado para comunicação entre
pequenos dispositivos de uso pessoal, como PDAs, telefones celulares
(telemóveis) de nova geração, computadores portáteis, mas também é utilizado
para a comunicação de periféricos, como impressoras, scanners, e qualquer
dispositivo dotado de um chip Bluetooth.
Dispositivos Bluetooth operam na
faixa ISM (Industrial, Scientific, Medical) centrada em 2,45 GHz que era
formalmente reservada para alguns grupos de usuários profissionais. Nos Estados
Unidos, a faixa ISM varia de
Os dispositivos Bluetooth se
comunicam entre si e formam uma rede denominada piconet, na qual podem existir
até oito dispositivos interligados, sendo um deles o mestre (master) e os
outros dispositivos escravos (slave); uma rede formada por diversos
"masters" (com um numero máximo de 10) pode ser obtida para maximizar
o número de conexões. A banda é dividida em 79 portadoras espaçadas de 1 MegaHertz,
portanto cada dispositivo pode transmitir em 79 diferentes frequências; para
minimizar as interferências, o dispositivo "master", após
sincronizado, pode mudar as frequências de transmissão do seus
"slaves" por até 1600 vezes por segundo.
Em relação à sua velocidade pode
chegar a 721 Kbps e possui três canais de voz.
Dispositivo USB
para comunicação Bluetooth
As desvantagens desta tecnologia
são o seu raio de alcance,
O Bluetooth ganhou popularidade
quase sempre associado aos charmosos headsets – aqueles auriculares/microfones
sem fio – para Telemóveis/celulares que deixam seus usuários com ar de filme de
ficção científica. Deixando os headsets de lado, quem já se perguntou o que
realmente representa essa tecnologia, de onde ela surgiu e que aplicações pode
ter? Bluetooth é um padrão de comunicação por rádio de baixo consumo elétrico e
curto ou curtíssimo alcance. O mesmo vale para a troca de dados entre
equipamentos e um computador igualmente equipado. Pode ser um desses notebooks
com o padrão integrado, cada vez mais comuns, ou um desktop munido de um
adaptador USB-Bluetooth (popularmente chamado de dongle), acessório parecido
com um memory key que pode ser encontrado em lojas de informática por menos de
R$ 100 (+/-€35). Conecte um desses no seu micro e, com os softwares adequados,
será capaz de sincronizar informações do PDA ou Telemóveis sem colocar as mãos
neles.
Cuidado com os kits de teclado e
mouse: alguns deles vêm com um adaptador que só funciona com os periféricos do
conjunto, não servindo para conexão com outros aparelhos. Nessa mesma
categoria, merece destaque o IMPhone, da coreana Enustech. Mais que um
adaptador, ele transforma alguns telemóveis com bluetooth – por enquanto apenas
alguns modelos são compatíveis – em um telefone IP, capaz de fazer ligações
pelo Skype e serviços semelhantes, com a vantagem de você controlar tudo pelo
Telemóvel.
Na categoria das aplicações
questionáveis, chamam a atenção o Bluejacking e o Bluesnarfing. O primeiro,
apesar do nome que sugere um seqüestro (hijacking, em inglês), é inofensivo,
mas pode ser irritante. Consiste em enviar mensagens, inclusive spam, para os
eletrônicos alheios, via bluetooth. A técnica surgiu inocentemente, quando um
usuário cujo apelido era “ajack” identificou nas proximidades um
telemóvel(telefone celular) Nokia com Bluetooth ativo e enviou, por diversão,
uma mensagem que dizia "Compre Ericsson”. Empresas de marketing levaram o
conceito adiante e criaram o Bluecasting, em que um equipamento especial
dispara propaganda para todos os aparelhos que passam perto. A prática é
classificada como spam e proibida em muitos países.
Mas o Bluejacking também tem suas
utilidades nobres, como as variantes Bluedating e Bluechating –
respectivamente, paquera e bate-papo via bluetooth. Aplicativos como o Nokia
sensor e o Mobiluck permitem que você cadastre suas informações e o perfil de
quem você procura em um aparelho com a tecnologia e passam a buscar ao seu
redor pessoas afins que também estejam usando o recurso. Existem até locais
específicos nos EUA e na Europa – geralmente em parques, lojas, bares e
restaurantes – para essas buscas, batizados de Blueplaces.
Já o Bluesnarfing – este sim,
perigoso – consiste em surrupiar informações dos aparelhos alheios. Basta que o
seu telemóvel (só os modelos mais antigos são vulneráveis) esteja com o
bluetooth ligado e em modo “discoverable” para que uma pessoa mal-intencionada
nas proximidades possa invadi-lo e roubar o conteúdo de sua agenda e catálogo
de endereços, por exemplo. O pior é que a expressão “nas proximidades” não é
exatamente verdadeira. Embora o alcance típico de um telemóvel bluetooth seja
de
Uma equipe da Flexilis, grupo de
pesquisa em aplicações sem fio, construiu um “rifle bluetooth” capaz de captar
sinais de dispositivos localizados a mais de
![]()
Uma Rede Privada Virtual (Virtual
Private Network - VPN) é uma rede de comunicações privada
normalmente utilizada por uma empresa ou um conjunto de empresas e/ou
instituições, construída em cima de uma rede de comunicações pública (como por
exemplo, a Internet). O tráfego de dados é levado pela rede pública utilizando
protocolos padrão, não necessariamente seguros.
VPNs seguras usam protocolos de criptografia
por tunelamento que fornecem a confidencialidade, autenticação e integridade
necessárias para garantir a privacidade das comunicações requeridas. Quando
adequadamente implementados, estes protocolos podem assegurar comunicações
seguras através de redes inseguras.
Deve ser notado que a escolha,
implementação e uso destes protocolos não é algo trivial, e várias soluções de
VPN inseguras são distribuídas no mercado. Adverte-se os usuários para que
investiguem com cuidado os produtos que fornecem VPNs. Por si só, o rótulo VPN
é apenas uma ferramenta de marketing.
Imagine que você esteja em
Calais-França e quer ir para Dover-Inglaterra. Se você for de barco pelo Canal
da Mancha, todos que estarão de fora poderão ver tudo o que você está levando
na mão, a roupa que está vestindo e o pior, que você está passando. Ou seja,
você não terá privacidade nem segurança realizando este trajeto. Já você
utilizando o Eurotúnel para fazer esse trajeto, só terá uma entrada e uma
saída. Quem estiver do lado de fora não verá absolutamente nada de você. Você
estará trafegando com privacidade e segurança.
Do mesmo jeito acontece com as
VPN's. Elas criam um túnel entre uma rede e outra distantes entre si para fazerem
a transferência de dados com segurança e privacidade. Com isso, as redes ficam
lado-a-lado virtualmente.
Para se configurar uma VPN, é
preciso fazer através de serviços de acessos remotos, tal como o RAS,
encontrado no Windows 2000 e versões posteriores. Você terá que configurar os
dois lados da rede para fazer esse "tunelamento" entre elas.
Basicamente, quando uma rede quer
enviar dados para a outra rede através da VPN, um protocolo, exemplo IPSec, faz
o encapsulamento do quadro normal com o cabeçalho IP da rede local e adiciona o
cabeçalho IP da Internet atribuída ao Roteador, um cabeçalho AH, que é o
cabeçalho de autenticação e o cabeçalho ESP, que é o cabeçalho que provê
integridade, autenticidade e criptografia à área de dados do pacote. Quando
esses dados encapsulados chegarem à outra extremidade, é feito o
desencapsulamento do IPSec e os dados são encaminhados ao referido destino da
rede local.
Quando adequadamente
implementados, estes protocolos podem assegurar comunicações seguras através de
redes inseguras. Hoje diversas empresas interligam suas bases operacionais
através de um VPN na internet. Um sistema de comunicação por VPN tem um custo
de implementação e manutenção insignificantes, se comparados aos antigos
sistemas de comunicação física, como o frame-relay por exemplo - que tem um
custo exorbitante e segurança muito duvidosa. Por este motivo muitos sistemas
de comunicação estão sendo substituídos por uma VPN, que além do baixo custo,
oferece também uma alta confiabilidade, integridade e disponibilidade dos dados
trafegados. Sistemas de comunicação por VPN estão sendo amplamente utilizados
em diversos setores, até mesmo os setores governamentais no mundo inteiro
utilizam este recurso. As Polícias Federais em todo mundo já substituiram seu
sistema de comuicação de dados pela VPN. O caso serve de exemplo de como o
sistema é viável e oferece absoluta segurança e confiabilidade.
Trabalho: Lucas Batistussi – lucasbatistussi@yahoo.com.br
Fontes: http://www.baboo.com.br;
http://pt.wikipedia.org
17/02/2007